Você não concluiu a faculdade e fica com um pé atrás ao mencionar o Ensino Superior incompleto no currículo?

Esse receio é comum, mas é bom pegar leve na autocobrança.

Especialmente se você está cursando uma graduação no momento, há muitas oportunidades profissionais que pode abraçar.

Sim, é possível atribuir valor a uma formação que ainda não foi concluída.

Inclusive, esse é um procedimento bem comum, com o qual os recrutadores estão acostumados.

Ou seja, seguindo as recomendações, você não vai encontrar problemas para concorrer em processos seletivos.

Quer saber quais são essas dicas?

Então, não deixe de acompanhar este texto até o final.

A partir de agora, vamos destacar a importância da graduação para a sua carreira e de que forma lidar com o Ensino Superior incompleto no currículo.

Boa leitura!

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O que é o Ensino Superior completo?

Ensino Superior completo é o grau de instrução de quem conclui uma graduação. 

Como cada uma das etapas estudantis só pode ser iniciada após o término da anterior, é preciso ter finalizado o Ensino Médio para começar um curso superior.

As modalidades dessa fase de ensino são as seguintes:

  • Bacharelado: a formação dura em torno de quatro a cinco anos e passa por várias disciplinas, de modo que o profissional seja capaz de atuar em organizações de diferentes portes e segmentos
  • Licenciatura: é uma formação específica para profissionais que desejam se tornar professores do Ensino Fundamental e Médio. Os cursos possuem duração média de quatro anos
  • Tecnólogo: esta formação é mais curta, com duração média de dois e três anos. É uma versão, de certa forma, resumida da graduação - e também mais prática. Assim, os cursos tecnológicos formam profissionais aptos a atuar nas diferentes áreas e a enfrentar os desafios do mercado de trabalho.

Ensino Superior incompleto tem algum valor?

Essa é uma dúvida comum, mas não há uma resposta única.

A verdade é que o Ensino Superior incompleto pode ter valor, por exemplo, se o profissional ainda estiver em formação. 

Isso significa que ele está desenvolvendo as competências necessárias para atuar profissionalmente, e pode ser contratado para cargos menores, que precisam de acompanhamento, como um estágio ou, até mesmo, assistente.

No entanto, essa informação tem pesos diferentes dependendo da profissão que será ocupada. 

Um químico que não obteve o diploma do Ensino Superior, por exemplo, não poderá atuar na área, pois a profissão exige que o registro no Conselho Regional de Química, algo que só é possível após concluir a graduação.

Tem ainda casos em que a graduação, embora seja valiosa para o profissional e para a empresa contratante, não impede que uma função seja exercida.

É o que acontece em cargos administrativos, por exemplo.

O que é grau de instrução?

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Mencionamos que o Ensino Superior completo representa um cargo de instrução.

Mas você sabe verdadeiramente o que isso significa?

Bem, o grau de instrução refere-se ao nível de escolaridade. 

Cada fase de estudos da vida de uma pessoa compõe o grau de instrução.

Ele pode pode ser completo ou incompleto (se os estudos forem interrompidos em alguma série, por exemplo).

Os graus de instrução dividem-se em:

  • Analfabeto: é o caso de pessoas que não sabem ler ou escrever
  • Ensino Fundamental: da 1º à 9º série
  • Ensino Médio: do 1º ao 3º ano
  • Superior: graduação
  • Pós-graduação: especialização com base na graduação concluída
  • Mestrado: pós-graduação que torna o profissional mestre em determinada área
  • Doutorado: pós-graduação que torna o profissional doutor em determinada área de pesquisa
  • Pós-doutorado: realizado após o doutorado. Trata-se de uma atividade de pesquisa ou estudo feitos por um doutor.

Qual a importância do grau de instrução?

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O grau de instrução é de suma importância.

Quanto mais conhecimentos uma pessoa detém, melhores serão as oportunidades de trabalho encontradas.

Existem cargos, por exemplo, que, para serem preenchidos, exigem graus de instrução mais elevados, o que é uma realidade ainda distante no Brasil.

Você sabia que apenas 0,8% dos brasileiros de 25 a 64 anos concluíram o mestrado?

O número é bem baixo, ainda mais quando comparado a outros países.

Já quando o assunto é analfabetismo, a taxa impressiona, mas também negativamente.

O país ainda tem 11,3 milhões de analfabetos, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e publicação no Jornal O Globo.

Além do grau de instrução ser relevante para a vida profissional, ele influencia também em questões pessoais.

Isso porque, quanto mais conhecimentos e habilidades são desenvolvidas, é mais fácil enfrentar uma série de situações.

Uma pessoa que não sabe ler, por exemplo, encontra enormes dificuldades no dia a dia.

Como lidar com Ensino Superior incompleto no currículo?

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Normalmente, o grau de instrução é informado no currículo.

No documento, portanto, é preciso conter as informações dos cursos concluídos e os que estão em andamento. 

Por exemplo, se o profissional não possui um diploma do Ensino Superior, é importante que em seu currículo conste escolaridade concluída até o Ensino Médio.

E vale sempre reforçar que as informações colocadas no currículo precisam ser verdadeiras.

Além disso, quando for procurar emprego, é preciso se candidatar a vagas que, realmente, competem ao seu perfil.

Ainda no currículo, é fundamental mencionar outras formações, como graduação e eventuais cursos de especialização, como pós-graduação e mestrado.

Veja, então, como lidar com o Ensino Superior incompleto no documento.

1. Cursando

Caso esteja cursando uma formação, é importante informar que o curso está em andamento, juntamente com o nome da instituição de ensino e a previsão de conclusão.

Independentemente do curso, seja graduação, cursos de especialização ou educação continuada, vale deixar o recrutador ciente de sua trajetória educacional.

2. Curso trancado

Também é importante mencionar no currículo se o curso está trancado. Mas, claro, somente se você tiver a intenção de retornar aos estudos e concluir a formação.

Vale abrir um espaço aqui para falar que, normalmente, as universidades permitem que o aluno tranque uma formação por até dois anos.

Bem, além de citar no currículo, é fundamental mencionar durante a entrevista qual foi o motivo do trancamento (financeiro, saúde, etc).

Agora, se você trancou o curso porque não se identificou com ele, nem vale colocar no currículo, ok?

3. Desistência do curso

Assim como não é preciso mencionar no currículo que o curso foi trancado por falta de compatibilidade, também não é necessário citar em qualquer outro caso que tenha relação com desistência.

Dicas para acertar na hora de fazer seu currículo

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Bem, você já sabe que, para preencher o campo de formação profissional no seu currículo, é preciso mencionar o curso, o nível de formação (se é graduação, ensino médio e etc), o nome da instituição e a conclusão (ou previsão de término).

Mas, vale também se atentar para outras dicas. 

Cabe também incluir algumas informações básicas sobre o curso, como a localização da universidade. Para quem é de região diferente, este é um recurso válido.

E, quando for preencher as formações, prefira usar a ordem decrescente. Ou seja, coloque o mais recente primeiro e o mais antigo no final.

Além disso, você não precisa citar todos. Os dois últimos são suficientes. 

Se você é pós-graduado, por exemplo, pode colocar apenas a pós-graduação e a graduação. Pode descartar, então, as informações referentes ao Ensino Médio e Fundamental.

Antes de enviar seu currículo, certifique se que todos os dados fornecidos estão corretos e de que não há erros ortográficos.

Nem é preciso dizer que mentir é um erro imperdoável, não é mesmo? Então, seja verdadeiro no preenchimento do documento e garanta que as informações são reais.

Ah! E já pratique algumas técnicas de marketing pessoal para a entrevista.

Exemplos de currículo com Ensino Superior incompleto

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Para ajudá-lo a preencher o currículo adequadamente, que tal conferir dois exemplos de aplicação?

Exemplo 1:

  • Graduação em (nome do curso), (nome da instituição de ensino) - Início em xx/xxxx e previsão de conclusão em xx/xxxx

Exemplo 2:

  • Graduação - Cursando
  • (Nome do curso)
  • (Nome da instituição de ensino)
  • Mês e ano de início: xx/xxxx
  • Mês e ano de conclusão (previsão): xx/xxxx.

Você pode ainda buscar modelos já prontos na internet e apenas substituir as informações dos campos.

Conclusão

Agora ficou mais claro sobre como preencher as informações relacionadas ao Ensino Superior incompleto, certo?

É só seguir as dicas listadas neste artigo para elaborar um currículo adequado e concorrer às vagas de emprego.

Lembre-se do que dissemos sobre não incluir a informação se você desistiu ou trancou o curso e não tem a intenção de voltar.

Nesse caso, vale iniciar uma nova graduação e, aí sim, inseri-la no documento.

E, por falar em graduação, você já viu os cursos EAD da UNIFEOB?

Todas as formações têm reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e várias delas são estreladas pelo Guia do Estudante. 

Além disso, há mais de 50 anos, a UNIFEOB forma profissionais qualificados para o mercado de trabalho.

Venha estudar no melhor Centro Universitário da região de São João da Boa Vista segundo o MEC, e tenha aulas com professores titulados especialistas, mestres e doutores. 

Vale dizer ainda que as formações são oferecidas na modalidade a distância.

Ou seja, a mesma qualidade do ensino presencial para você ter flexibilidade e estudar onde e quando quiser, apenas com um dispositivo conectado à internet. 

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